Parabéns afilhado… (o mais novo)!

Tinha o desejo escondido que o convite surgisse. Emocionei-me quando me convidaram para sua madrinha. Ele estava quase a nascer e vivi com entusiasmo aqueles momentos.

Faz hoje 4 anos. Está um menino lindo e muito crescido. Tem saídas estrondosas, principalmente, quando diz à madrinha que é do Benfica. Tenho a certeza que vai ser um miúdo extraordinário. Tem sido maravilhoso vê-lo crescer.

Como tenho uma comadre que é “A Masterchef”, hoje, vai ser uma de encher o bandulho até cair. Amanhã, o treino vai doer, mas há coisas às quais não podemos dizer que não, para bem do nosso bem-estar mental e emocional. Que tipo de exemplo dou eu ao miúdo se me armar em esquisita? É tudo para o bem comum.

AS

Anúncios

A tristeza dos nossos…

Sabem a sensação de tristeza que dá quando alguém que mora no nosso coração fica triste? Quando não temos palavras para confortar os que nos são queridos e não há nada que possamos fazer para passar a sua dor?

Resta-nos ficar por aqui, em alerta, para caso precisem do nosso sorriso ou das nossas palavras. Pedir a Deus o dom do conforto e do ânimo. O que dói, também passa… demora, apenas, mais tempo!

Um abraço apertado às minhas três pessoas do coração, que tanto se esforçam a lutar contra o “monstro”. Outro à minha querida Fátima, por na sua perda me ensinar tanto.

AS

Com o teu adeus…

saber-dizer-adeus-tambem-e-saber-amar
Esta foto não é minha, nem sou eu… mas exprime bem o meu estado de espírito!

Às vezes, tenho vontade de te agradecer pelo que provocaste na minha vida. Pelo que fizeste despertar com o teu adeus. Pelo bem que me fizeste com tanto mal.

Se soubesses como cresci e como isso me tornou uma pessoa fantástica. Sim, com a tua partida fiz-me a mulher que sempre desejei e nunca consegui ser.

Com o teu adeus, tudo o que há de bom rebentou em mim e o mau tornou-se mínimo. Contigo, não era capaz de nada. Sem ti, sou capaz de tudo.

Sabes, tinha de ser. Teve de ser. Porque, para me fazeres bem, tiveste de me fazer mal. Já te odiei e quis mal. Hoje, agradeço-te por teres ficado pelo caminho, para que eu pudesse seguir em frente, até onde Deus me levar.

O futuro é muito mais risonho agora. Finalmente, tenho a vida que mereço e que preciso para poder ir mais além. Que a tua vida seja também assim…

AS

Armada em fotógrafa…mas é só mania

Este fim de semana, aventurei-me num workshop de fotografia mobile. Isto de ter um blog obriga-me, cada vez mais, a actualizar-me, desenvolvendo competências que não tenho ou que estão muito escondidas.

A fotografia tem um impacto muito forte nas pessoas. É uma arte lindíssima e, na minha opinião, muito própria de quem tem aptidão para ela. Tirar fotos, todos tiramos, mas boas fotos não é para todos.

Descobri que o meu jeito é quase nulo. Já o meu telemóvel tem ainda menos jeito que eu. Bem sei, que o formador não me mandou no cacilheiro de volta para casa, por pura compaixão e porque eu tinha pago o curso.

Além da enorme vontade de deitar o meu aparelho no lixo e ir ali à Fnac comprar outro e voltar, percebi que as fotos que tenho utilizado são, o que se pode chamar de (numa palavrinha) uma-vergonha-para-a-blogosfera. À noite, comentava com a minha cunhada isto mesmo, enquanto ela me dizia que, para o uso que eu fazia, as fotos estavam muito bem. Não, não, não. Já não. Posso ter aprendido pouco, mas o meu olho ficou mais atento e alerta para o mundo da fotografia. Vontade de chorar muito, é o que tenho quando vejo as fotos publicadas.

Enfim, tragédias e desgostos à parte, foi um dia em cheio e muito produtivo. Embora pareça que não. O Tiago (o formador) nasceu, não só para fotografar de uma forma brilhante, mas, também, para formar pessoas nesta arte. A minha comadre Catarina bem me disse que valia a pena qualquer formação com ele. Sabia que recomendação de comadre era para correr bem. Superou, qualquer, expectativa.

Não prometo boas fotos, até porque o telemóvel ainda é o mesmo e a utilizadora também. Comprometo-me, sim, a melhorar para não vos ferir a vista e não causar muito ruído na parte do cérebro que recebe as imagens.

Ao Tiago, fica a promessa da participação num próximo curso, desta vez, com um telemóvel em condições, digno de meter inveja a qualquer formador de fotografia mobile.

Deixo-vos algumas imagens, não para admirarem, mas apenas para partilhar, assim, em modo de desabafo.

AS

Um afilhado com 18… aiiiii

Ter um afilhado com 18 anos não é para qualquer um. Lembro-me do dia em que o conheci, como se fosse hoje. Recordo no coração o que senti quando me convidaram para ser a sua madrinha. Era grandiosa a responsabilidade. Planei o tipo de madrinha que gostaria de ser para ele, pois tive o melhor exemplo de madrinha que podia ter tido. Não cumpri nem um terço.

Hoje, olho para ele e penso que está mesmo crescido. Como o tempo passou por ele, passou também por mim. É bem diferente do menino que era. Também eu sou bem diferente do que era na altura. Sinto que há um hiato de tempo que perdi da sua vida, desnecessariamente, apenas, porque nos deixamos levar pelas coisas da vida, perdendo o que a vida tem de melhor e que nos oferece: as nossas pessoas.

Disse-me quando lhe liguei a dar os parabéns pelos belos 18 anos que completa: “nunca mais me vieste ver”. Gelei até ao tutano, porque ele tem razão. É que ser madrinha é muito mais do que dar presentes ou ligar nos anos. É mais do que desejar feliz Natal e ser chamada por esse nome. Ser madrinha implica estar presente e participar da sua vida de forma activa e responsável.

Falhei até aqui meu querido afilhado, mas não vou falhar mais. Agora, a responsabilidade é só minha e vai ser muito mais fácil. Vou estar por aqui, armada em chata, para que te lembres que tens uma madrinha.

Não estive com ele no seu aniversário, mas prometi que iria ao seu encontro e que tiraríamos uma foto para o blog. Está feito.

Um grande desgosto que me dá é ser do Sporting. Pus o coração ao largo e ofereci-lhe uma visita ao estádio e museu do clube de Alvalade. Imaginei, durante a compra, que esta era para o estádio do Benfica, para me facilitar a respiração e acalmar os batimentos cardíacos.

sporting

Que sejas feliz meu querido… Sempre e muito!

AS

As histórias de amor da nossa vida…

Processed with VSCO with g3 presetAinda a propósito do dia da mãe, na sala da Catarina, pediram-me para fazer mais um trabalho. Escrever, em folha própria, a história de amor que deu origem ao bebé Catarina. Perguntei, como retórica, se queriam mesmo que eu recordasse isso. Tremeram e gelaram a olhar para mim.

Sorri e disse que não havia problema. Puseram-me a hipótese de não fazer o trabalho, mas nunca a minha filha ficaria sem um trabalho, só porque os pais estão divorciados. Acalmei-lhes o constrangimento. “Não há problema nenhum”, disse-lhes com um sorriso no rosto. “As coisas são como são e escrevo o que tiver de escrever”. Tentaram minimizar uma dor, que pensavam ainda existir. Aliás, é coisa que muita gente ainda me faz. Não levo a mal, mas, por vezes, questiono-me se é assim tão estranho não andar de semblante fechado e com o coração inteiro. Parece que deveria ser infeliz para a vida toda. Não consegui ser. Desculpem-me, por isso.

Não é um trabalho que tenha adorado fazer, confesso. Contudo, esta história de amor teve de acontecer, para surgir e poder viver a verdadeira história de amor: os meus filhos. É bom conseguir falar das coisas, reviver e escrever sobre elas sem estarem recalcadas e mal resolvidas.

Processed with VSCO with m5 preset

Sem pudor, partilho convosco esta descoberta: umas histórias de amor levam-nos a outras histórias de amor, mais lindas e perfeitas do que as primeiras. Todas têm a sua importância e momentos. E não falo só de maridos, mulheres e filhos. Falo da vida; dos que vão passando por nós e vamos amando. Devemos procurar que o resultado de uma história de amor seja algo positivo, mesmo que tenhamos de retirar o que de mau está agregado.

Histórias de amor felizes!

AS

 

O concerto… Rui Veloso: o Boss

Uma Família Raríssima - O Blog

P_20180505_212751.jpgDesde há um tempo para cá, tenho aumentado o meu gosto por Rui Veloso. Além de ser um artista cheio de talento, tanto nas letras, música e voz, admiro-o imenso pela maneira de estar nesta arte de ser cantor. Fascina-me o seu lado de quem sabe, exactamente, o que vale e está-se borrifando para o que os outros pensam e fazem. Age conforme a sua vontade e a sua capacidade artística, sem se deixar levar por ondas ou críticas. Talvez noutros tempos, mas hoje já não.

As suas músicas são poços sem fundo de beleza e intensidade. De cada vez que as oiço, percebo e sinto coisas diferentes. Mais belo ainda é poderem adaptar-se a contextos tão variados, conforme o nosso estado de espírito ou de vida.

A ansiedade pela chegada do concerto era imensa. Eu, que tento aniquilar as expectativas sobre as coisas, fui derrotada por essas, de tão…

View original post mais 313 palavras